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Polêmicas na primeira sessão ordinária da Câmara de vereadores de São José do Calçado
 
Publicado em 06/03/2017 22h20min
 
 

Na noite de quinta-feira (02), aconteceu a primeira sessão ordinária da Câmara de vereadores de São José do Calçado, no Sul do Estado. Polêmicas não faltaram!

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Janaina pediu para que a matéria fosse retirada de pauta e enviada a comissão de justiça

A primeira sessão ordinária da Casa deveria ter começado em fevereiro, contudo devido ao movimento da polícia militar e o clima de insegurança vivido em vários municípios do Estado do Espírito Santo, foi delongada. E na noite de polêmicas, foram apreciados em plenário os primeiros projetos, requerimentos, indicações e anteprojetos do ano.

Logo de quebra, um projeto do Executivo acendeu a primeira discussão entre os edis, pois a matéria não foi colocada em votação e removida para estudos. O projeto de lei que delibera a regularização fundiária de São José do calçado tem pontos considerados polêmicos e vêm sendo discutidos, com inclusão de moradores de alguns loteamentos e bairros da cidade.

Visto a contestação, a vereadora Janaina Luzia Oliveira Pimentel Passalini (PSB), filha do ex-edil e ex-presidente da câmara municipal, Manoel Paulo Pimentel da Silveira (Paulinho do Beline), deprecou para que a matéria fosse retirada de pauta e enviada a comissão de justiça. Ela destacou situações que precisam ser consideradas no projeto de lei, e também ser analisadas com cuidado.

O edil José Ailton Cardoso Boca (PMDB) do mesmo modo concordou com a melhor análise do projeto e arrazoou sobre a inserção dos distritos do texto.

-Temos que fazer a regularização também dos distritos, porque não tem como construir e reformar sem ter documentos de seu imóvel-, disse o edil Boca.

A vereadora Adalgisa Ferreira Alves (PEN) articulou que o projeto de lei estava há muito tempo na câmara, desde janeiro. E houve muito tempo para o projeto ter sido analisado. Entretanto a vereadora Fátima Cristina Souza da Silva Rezende (PDT) recomendou que incluísse uma alteração no texto, onde a avaliação da regularização fundiária possa ser feita pela Assistência social e não pela Secretária de Obras.

Já o presidente da câmara, Edil Wagner Vieira França (PT), colocou em sufrágio o requerimento para que o projeto fosse retirado para estudos, o que foi aprovado pela maioria dos vereadores.

 

 
 

R$ 500, 00

Outro momento da sessão ordinária que deu o que falar, foi a questão da situação das crianças da Apae atendidas pelo município. A vereadora Fátima Cristina Souza da Silva Rezende (PDT), disse que o ônibus que atende a instituição de crianças especiais está com um problema mecânico que custa R$ 500, 00. Que até agora o veículo não foi consertado.

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Fátima destacou que os servidores públicos efetivos da Prefeitura estão sendo massacrados

-33 crianças têm que ser transportadas em duas viagens, em um veículo menor. Temos que colocar para funcionar o ônibus, porque R$ 500, 00 é o valor da diária do prefeito, e, se ele deixar de receber uma diária, conserta o ônibus-, desfechou.

Fátima ainda afirmou, da tribuna da Câmara, que os servidores públicos efetivos da Prefeitura estão sendo massacrados. E está havendo um grande descaso e desrespeito com os funcionários.

-Tem servidor sendo avisado sobre transferência pelo telefone, ou de boca, tudo porque foi contrário à atual administração nas eleições. Qualquer transferência de local de trabalho tem que ser notificada com antecedência. Eles estão sendo deixados em paredões, em contra partida para beneficiar outros contratados, sendo que essa Casa aprovou as contratações de boa fé, mas isso é inconstitucional. É bom ressaltar que além dos tickets e abonos, devemos lembrar da dignidade humana dos nossos funcionários, que andam esquecidos.-, finalizou.

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